(... seremos sempre poucos...)

Viva, Amigos!
Depois de alguns de vós e, principalmente os que me são mais queridos, tentarem convencer-me a desistir desta minha luta muito antiga por considerarem que nunca dela sairia vencedora (e que, sem apelo,  nela me desgastaria em recursos intelectuais e financeiros), aqui estou eu, hoje, passados muitos anos de uma luta muito difícil e muito desgastante,  a tentar que a minha voz seja ouvida.
E, desta minha voz, deste  meu GRITO, que endereçarei aos que sei que nunca desmentirão o que escrevo, apenas espero que saibam guardar silêncio, para seu bem e de seus familiares.

Comentários

  1. Respostas
    1. Ou que, de outro modo, se comprometam, agora e de futuro, a jamais silenciarem as suas mais arreigadas crenças e certezas. Porque, Amigos meus, nessas crenças e certezas, que serão as minhas e, por certo, as nossas, eu plantarei de futuro todas as sementes de onde, espero, nascerão os frutos de toda a sabedoria que me foi transmitida por vós durante estes tempos em que tive a felicidade de privar convosco. UM ABRAÇO ATÉ AO INFINITO.

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